it's all about smoke and mirrors: para varrer todos os males maiores, tomei um xarope constipado (abraço amigo!)! farto do frio dos últimos tempos, acendi a lareira... e permito que toda a sua magia se espalhe... can you feel it? à lua, pedi o seu feitiço; a uma rosa branca, o seu perfume; a uma tulipa, a sua delicadeza... guardei tudo a sete chaves!!! ao olhar, absorvi todas as lágrimas e devolvi-lhe brilho; dos lábios, retirei todas as palavras que não disse (com o novo acordo ortográfico) e sorri; refresquei-me com as gotas cristalinas dos rios, medi a profundidade de todos os oceanos, subi a todas as montanhas e encantei-me com a agitação colorida das flores. soltei todas as brisas para as beijar e matei todas as tempestades!!! quebrei as minhas amarras para velejar num dicionário que eu próprio construo. vejo mais alto. sinto + sentimento... e, com as pessoas certas, esbanjo todo o meu ser. multiplico-me por três: recomeço o 'era uma vez...'! now i can show new pictures of my own... plenas de brilho, cor e luz. no meu máximo! apaguei a minha noite!!! (afterall: you trick me once, and twice... enough!!!). descubro que há coisas e pessoas ainda + fantásticas, genuínas e verdadeiras... é tudo o que procuro: reflexos do meu eu!!! este é o filme que -agora- eu próprio realizo! já tem ost: no papel principal "afinal, quem perdeu foste tu, só tu e nunca eu!"... e, tal como o fumo que se esvai no ar, tranquila e lentamente apago-te da minha fita!!!
#005
dia 50.
saudades! como as sinto… do amor, das ternurentas carícias, da subliminar troca de olhares apaixonados, do suave e doce aroma, dos milhares de beijos que se espalhavam na pele, dos beijos eternamente húmidos, dos milhares de pequenos gestos sempre lindos, das milhares de coisas lindas que vivemos, das gargalhadas, das centenas de flores, das rosas brancas, das nossas maluquices, das brincadeiras na cama: dos pulos às cócegas que tiravam a respiração, das noites em camas pequenas, das noites em camas grandes, dos banhos a ferver que quase faziam desmaiar, das velas que ardiam num ambiente romântico, das viagens a esse país, do nosso refúgio em montalegre, dos fins-de-semana gastronómicos, do chateaux-briant, dos cafés à hora de almoço e à noite… das palavras enamoradas, das sms, das conversas silenciosas, das conversas mais sérias e acesas, das conversas triviais, das cusquices, das nossas cartas, das nossas caixas, do calor dos nossos corpos, das nossas aventuras, das milhares de fotos, do teu esplêndido olhar, do teu magnífico sorriso, das covinhas, as minhas covinhas…hmmm, das casas de banho geladas dos hotéis, da chuva que nos embalava na cama, do rugido do mar de inverno na figueira, do brilho das lareiras, das festas, das tuas birras com a alimentação, das obleias, das tostinhas, doces, requeijão e torradas à noite, dos jantares da semana, das tuas saladas, dos teus farta-rapazes, das pipocas com maltesers na minha cama, dos dias que lá passámos, dos filmes que lá fizemos e vimos, dos nossos mimos… da tua carinhosa voz, do teu suave cabelo, das tuas curvas, da tua pele agri-doce, das tuas pintas, da tua mala onde cabiam sempre as minhas coisas, da tua atenção, da tua preocupação comigo, dos nossos medos, das tuas vontades, da tua demora no corredor das bolachas e dos iogurtes, da tua indecisão nas compras, das tuas calhoadas que nos faziam rir, das vezes que nos deixávamos perder, das nossas férias, das nossas caminhadas, do squash, do badmington, das voltas de bicicleta, saudades em partilhar contigo o amor do meu coração e da minha mente, em partilhar tudo o que sentia, tudo o que sabia, tudo o que tinha visto, tudo o que tinha vivido, de rirmos juntos, de chorarmos juntos, das nossas juras, das nossas promessas, dos nossos sonhos, do nosso futuro, do nosso lindo xavier (como o pai), da nossa linda maria (como a mãe), da partilha de todos os momentos, do barulho ao silêncio, da tua humilde presença, da tua humilde pessoa, do teu orgulho em seres minha, do teu orgulho em ser teu, de tudo o que construímos juntos, de tudo de descobrimos juntos, de tudo o que crescemos juntos, de estarmos juntos, saudades de tudo que ainda não me lembro, saudades de tudo o que me lembro mas não digo... saudades de 10 anos que se iriam repetir até tu teres 100 e eu 99! enfim, saudades de uma pessoa que já não é a mesma, apenas continuo a acreditar que isto é o amor, e tenho saudades de o viver, with or without you…
#004
dia 49.
mais um desabafo! tu sh, és quem jamais se cansa de mim, dos meus lamentos. não te cansas que fale nela. e hoje, estou absoluta, estúpida e vorazmente ko! respiro um misto de saudade e mágoa. faço parte de um filme onde não quero representar, muito menos viver... que pesadelo! estou mesmo no fundo do poço; mesmo por baixo do tapete! sim, também sou de carne e osso!!! passou mais um dia (leia-se ano). foi emocialmente desastroso! porque continuo, depois de tudo isto, a amar-te? que colossal sentimento é este? porque não me sais da cabeça? porque estás presente em cada 'stupid heartbeat' do meu corção? bolas! sou mesmo louco! depois de toda esta palhaçada, depois de tudo o que fizeste e disseste... depois de fugires, cobardemente, sem explicação... depois de me abandonares com as tuas ilusões nas mãos... porque não consigo ser racional? que idiota chapado!!! somos 6 biliões neste estúpido e cruel mundo... porquê? porque não sou capaz de superar-te? sei que não mereces de mim um olhar, um pensamento, um... sei lá! caraças, o amor é mesmo cego!!! eu sou mesmo cego!!! hello!!! fodasse, sai da minha cabeça! desaparece de vez, tal como me disseste a mim! finge que vais ali e não voltes!!! sai de mim! deixa-me!!! quero viver, raios!!! quero amor, mereço!!! és pior que o tabaco, fazes-me mal! e pior, não consigo parar-te em mim!!! já tentei enganar-me e enganar uma pessoa que não o merecia, só para te esquecer! fodasse, continuas a estragar a minha vida, a condicionar a minha vida... merda pra tudo isto!!! quero uma cabeça e um coração novos, por favor! ainda se ao menos eu percebesse que me merecias... fuck, nem isso!!! sai da minha existência!!!! vai embora de vez!!! ou cliquem-me no off! mas a culpa é toda minha: entrego, gratuitamente, o meu coração. é sempre ele quem vai a indicar o caminho! que burro! quantas quedas mais? enfim... merda para isto!!!
#003
penso em ti! mentiria se o negasse, e tu sabes que eu não sei mentir. penso! porque o faço? não sei... a maneira como me trataste e enganaste e mentiste e iludiste e traíste e magoaste e rasgaste a minha alma e roubaste os meus sonhos e ficaste com o meu sorriso e levaste a minha felicidade e fizeste a minha vida ficar sem vida, sem brilho e sentido ... não seria já suficiente para que não pensar novamente em ti e esquecer a tua existência? sou um burrinho! um tonto! um estúpido sonhador! tenho raiva de mim próprio... como pude amar assim alguém? alguém que sem motivo me diz: desaparece de vez! que camelo! que anormal! estou farto de tanto sofrimento injustificado, de tanta traição, de tanto desencanto, de tanto ódio, de tanta injustiça, de tanta falta de respeito, de tanta falta de carinho, de tanta falta de amor... estou cansado dessa escuridão, dessa noite, dessa tempestade... estou exausto! mereço exactamente o contrário daquilo que me ofereces... e tu sabes que tenho razão! sabes, tudo isto leva-me a afastar uma pessoa que julguei ser especial, única! uma maravilhosa princesa! mas fazes com que perca essa admiração por ti. conduzes-me ao ódio. fazes com que te deteste e diga: sai de mim, não me mereces!
080511
#002
perdi-te! numa dessas avenidas sem portas nem janelas e onde o horizonte se confunde com a memória… olhei em volta, não estavas! senti apenas o teu rasto, solto em todas as direcções, tal como uma brisa de outono que anuncia tempestade… e perdi-te! deixei que te levassem enganado, tal como um sonhador, numa corrente utópica de amor… quando regressarás? sinto que estás magoado comigo… permiti que te ferissem, sem dó nem piedade... perdoa-me! onde estás? procura o teu caminho de volta… liberta-te! prometo-te que jamais gritarás a mesma angústia, o mesmo desespero, a mesma melancolia, a mesma saudade… e saberás, como sempre soubeste, contemplar a magia do nascer e do por-do-sol, o feitiço da lua, a criação da primavera, a frescura renovada das chuvas, a paz silenciosa da noite, o calor de um sonho, o brilho encantador de um sorriso, a alma vista num olhar, a suavidade de um vulto, a ternura de um gesto, o verdadeiro amor… e por fim, abraçar alegremente a felicidade escondida! minha e tua, nossa! mas verdadeira e intemporal… tu, desgraçado, perdido e esquartejado coração… postiço e contrafeito, e que se finge meu… de quem serás... meu?
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